quinta-feira, 24 de março de 2011

Como vai acabar a Humanidade?

O Homem é um animal.
Um animal muito acima na Cadeia alimentar. O que levou a algumas espécies a vias de extinção, como o Tigre e outras extinções. Alias, o Homem é o animal que come mais variedade de coisas, Homem e o Porco.

A pele tigre é usado pelos tibetanos para fazer vestimento cerimonial, os curandeiros chineses acreditam que o pó dos ossos cura reumatismo e garante longevidade, pílulas feitas dos olhos acabam com as convulsões, uma sopa de pénis traz virilidade. Na actualidade apenas existem 3600 tigres. (Janeiro 2011 – Público).

Sem contar com os dos jardins zoológicos. Ainda é possível, no entanto, salvar o tigre asiático da extinção.

O Pombo-passageiro da América do Norte, provavelmente a ave mais abundante do século XVII. Existiam só nos EUA 5 mil milhões! Começou a ser caçado por alimento, depois como ração dos porcos, e até para fertilização dos solos... Estes pombos extinguiram-se completamente em 1900.

O peixe Blue-pike, existiam 50 a 100 milhões destes peixes, mas foram todos mortos para alimentação nos EUA e Canadá. Extinguiram-se em 1970.

Pombo-Passageiro
Pinguins do ártico Great Auk, mortos pelo Homem por causa da sua carne e pele usada na fabricação de agasalhos. O último casal foi morto em 1844, enquanto chocava um ovo que nunca eclodiu.

Entre estes estão o Dodô e os Lobos-da-tasmânia.

A nossa espécie já extinguiu tantas outras... Seremos intocáveis?
“Claro, é raríssimo quando um animal mata um ser humano, era impossível uma espécie animal, extinguir o Homem!”

Hmmm, é assim tão raro?
Poliomiolite (vírus) – 10.000 mortes desde 1916.
Great auk
Peste Negra – 75 milhões de mortes.
Varíola – 60 milhões de europeus há muitos anos.
Cólera – 12.000 desde 1991
Ébola – 160 000 desde 2000
Malária – 2,7 milhões por ano, das quais 2 800 crianças por dia.
Peste bubónica – 250 milhões de europeus
Gripe espanhola – 100 milhões de mortos num ano. Taxa de mortalidade 100%
SIDA – 25 milhões desde 1981
Dados obtidos em 2009.

Afinal parece que há bastantes seres vivos que estão acima de nós na cadeia alimentar xD. Vírus...Bactérias.

Desde que foram descobertos, os Seres Humanos andam numa guerra constante contra estes micróbios.
Temos cada vez mais armas contra estes seres microscópios. Estas armas são tão comuns nos dias de hoje...
Temos o Dettol, o Betadine, antibióticos para tudo e mais alguma coisa.
Segundo Darwin, apenas o mais bem adaptado sobrevive, apenas o mais forte!

NÓS ESTAMOS A MASSACRAR E A ASSASSINAR EM MASSA OS SERES QUE NÃO VEMOS.

Mas na realidade, só matamos os mais fracos. Estamos a eliminar as bactérias e outros micróbios inofensivos e a deixar apenas os mais fortes...

Essas mais fortes, vão se multiplicar, diversificar e espalhar pelo Mundo, as bactérias têm capacidades para comunicar. Conseguem passar um gene que lhes dá força umas ás outras... As mais fortes podem ensinar as mais fracas. FACTO

E quando as bactérias sabem que vão morrer, começam a produzir um ovo dentro delas para quando as condições estiverem óptimas continuarem a crescer. Esses ovos podem durar milhares de anos.

Já existem bactérias multi-resistentes, Pneumonia Multi-resistente, ou seja, Pneumonia que não tem cura porque resiste a TODOS os antibióticos. Antigamente, TODAS as estafilococus eram susceptíveis a antibióticos, neste momento estafilocucus susceptíveis são raras, quase todas têm resistência. Sair do Hospital sem uma multi-resistente é uma sorte!

Já existem bactérias que nadam em BETADINE como se estivessem em casa delas!

Dettol, sabonete anti-bacteriano... lavamos as mãos... e o dettol vai para onde? Para o ESGOTO, onde vai matar as bactérias fracas e deixar as fortes que estarão no lugar ideal para se multiplicarem e fazerem um batalhão delas, todas elas resistentes ao dettol.

Sim, o ser humano vai ser uma espécie em vias de extinção, isto por causa do animal que se encontra  mesmo acima de nós, que a cada dia que passa estamos a tornar mais forte e melhor.

1 comentário:

  1. Já começou,nunca pensei que fosse assim rápido...
    http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=48400&op=all

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