quinta-feira, 31 de março de 2011

Onde nós estamos?

O aspartamo é um adoçante sem quase nenhumas calorias, que é 200x mais forte que o açúcar normal.

Se em 10 litros colocarmos 1 quilograma de açúcar.
Para ser equivalentemente doce, bastaria adicionar 5 gramas de aspartamo.
Água com 1Kg açúcar.
Água com 5 g Aspartamo.






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É assim que fazem as bebidas de dietas e assim, mas isso não interessa por enquanto.


Isto porque nas nossas papilas gustativas, o açúcar entra e liga-se aos receptores na língua mas sai logo de seguida com o mastigar e existem muitas moléculas de açúcar que vão directamente para o esófago e nem tocam nas papilas gustativas. Estas moléculas são redondas.
No aspartamo, a sua molécula é muito mais espinhosa e cheia de cantos, o que faz com que se ligue muito muito melhor ás papilas gustativas e aí fique!

Isto acontece apenas por causa da sua forma.
É como lançar uma bola de basquetebol ao cesto, a bola é o açúcar e passa no cesto e sai. 

O aspartamo é como se fosse uma almofada com espinhos, ela vai e fica la presa, ficando a enviar a mensagem ao cérebro (isto é doce, isto é doce, isto é doce).

Então na língua, bastam duas ou três moléculas de aspartamo para nos transmitir a mesma mensagem que 300 de açúcar.
Nós nunca notaríamos qualquer diferença.
Embora...

O nosso cérebro nota a diferença, porque ele provou açúcar e está á espera do açúcar no sangue! À espera de energia!








Açúcar
Aspartamo















Peça imensa desculpa por ter sido eu a fazer os desenhos, esforcei-me bastante para arranjar imagens captadas mesmo pelo cientista francês responsável pela ressonância magnética, mas não encontrei.
O nosso cérebro consegue notar a diferença entre o açúcar e aspartamo. Então... com isto podemos concluir...

Ele sabe coisas que nós não sabemos e nós sabemos coisas que o nosso cérebro não sabe.

Quando eu era uma pequena panqueca já era muito deficiente... na idade dos porquês, em vez e perguntar “Donde é que os bebés vêm” eu perguntava:
“Porque é que o céu é azul se o espaço é preto?”
“Porque é que a Lua não cai?”
“Porque é que o ar não se vê?”
Foram evoluindo, tal como as dores de cabeça da minha família. xD
Aos 12 anos “Se tudo o que vemos, provamos, ouvimos e sentimos vai para o nosso cérebro e tudo o que dizemos, pensamos e fazemos vem de lá, então Nós somos o nosso próprio cérebro, o corpo é um veiculo para o nosso Eu que é o nosso cérebro”. 

Pela minha conclusão do documento que vi sobre adoçantes sintéticos, finalmente cheguei á conclusão que Não.

Se ele sabe coisas que nós não sabemos e vice-versa, então nós não estamos ali! O cérebro é também um veiculo!


Onde nós estaremos?

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